
Muitas vezes venho das portas de sto antão em direcção aos restauradores.
Aí ñ resisto a passar pelo entre colunas do teatro nacional, por todo aquele charme.
Num dia desta semana fui ali surpreendido: em vez de lá encontrar os costumeiros guineenses (dando azo ao seu belo crioulo), dei de olhos com um portuguesíssimo ancião deitado ao sol das 12 e quinze, por sobre um daqueles cartões de embalagem que, por toda a lisboa, servem de colchão aos sem abrigo.
O homem usava uma profusa barba branca – ideal para fazer de pai natal, de preferência como homem-estátua.
Quando eu for grande vou mecenar um curso para pais natais de rua. Eu juro.
Aí ñ resisto a passar pelo entre colunas do teatro nacional, por todo aquele charme.
Num dia desta semana fui ali surpreendido: em vez de lá encontrar os costumeiros guineenses (dando azo ao seu belo crioulo), dei de olhos com um portuguesíssimo ancião deitado ao sol das 12 e quinze, por sobre um daqueles cartões de embalagem que, por toda a lisboa, servem de colchão aos sem abrigo.
O homem usava uma profusa barba branca – ideal para fazer de pai natal, de preferência como homem-estátua.
Quando eu for grande vou mecenar um curso para pais natais de rua. Eu juro.
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